DETETIVES  IICCP - INSTITUTO DE INVESTIGAÇÃO CRIMINAL CIENTÍFICA PRIVADA 

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A IICCP , empresa privada nacional, atuante em todos os campos da investigação privada, trabalhando lado a lado com os serviços de Inteligência Civil, oriundos de sua própria base estrutural.

Com o objetivo de fornecer a sociedade civil brasileira e internacional prestação de serviços de caráter profissional com base legal, suprindo a sociedade de informação com íntuito de preencher as necessidades no campo da Investigação Privada.

Atualmente dispomos de recursos tecnológicos e da informação de campo alcançados pela boa administração interna e sua filosofia administrativo - operacional objetivando o suporte legal para mecanismos jurídico privado.

Realizamos investigações sobre: 
Empregados desonestos,Furtos, roubos, desvios de produtos e serviços,Investigações secretas e infiltrações.

Fraudes, danos, sinistros, vandalismos.Dossiês sobre funcionários e verificação de atividades dentro e fora do horáriode trabalho. 

Serviços especializados para: Justiça, Cias. de Seguros, Instituições Financeiras, geralmente envolvendo Fraudes, Seguros, Sinistros, Defesas em Processos Civis, Criminais e outros.

 

 


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Fidelidade conjugal: é a manifestação da fidelidade no domínio de uma relação conjugal — qualquer que seja a sua natureza em figuras ou em papéis de gênero — que pode ser recíproca, mutuamente acordada e assentida, ou unilateral, acordada ou não. Implica necessariamente mútua confiança, aceita esta e considerada como a base da estabilidade relacional. Sem dúvida, existe um equívoco generalizado no identificar fidelidade com sexualidade. Conquanto possa envolver também o aspecto sexualidade relacional, que é o mais usual, não se lhe prende exclusivamente, todavia, dado que há acordos de fidelidade que prescindem da vivência ou até da ideia de sexualidade, esta, per se, também ampla por demais em sua significação.

 

A primeira questão a se admitir é que, embora haja muitos tipos e circunstâncias que envolvem a traição, esta parece impor grande sofrimento aos envolvidos, em especial, à pessoa traída. Muitos são os pensamentos raivosos que ocorrem nessa hora, porém precisamos pensar um pouco a respeito de como queremos e achamos que devemos lidar com essa situação.

São várias as considerações que podem ser feitas para não corrermos o risco de pecar pela sempre tão pobre generalização. A maneira como se reage a essas situações depende de incontáveis fatores que vão desde como a traição foi revelada ou descoberta, conversas sobre os sentimentos envolvidos, o desejo de permanecer na nova relação, o repertório comportamental, até ao caráter dos envolvidos.

Na visão clássica, muitas vezes míope, é de que há uma relação feliz, com os alicerces no lugar, com a comunicação fluindo livremente e que, de repente, como por encanto, cai do céu (ou do inferno) alguém com poderes mágicos para roubar esse homem ou essa mulher e destruir a felicidade que supostamente estava reinando.

Antes de tomar qualquer decisão, se estiver vivendo essa tão sofrida situação, pense e tente superar o que o padrão necessariamente espera de você.

Na esmagadora maioria das vezes, não é bem assim que as coisas acontecem. Para começar são muitos os tipos e motivações que envolvem a traição e a título de ilustração, vou tentar relacionar alguns clássicos.

Traição corriqueira: É aquela em que o envolvimento com outra pessoa foi ocasionado por uma circunstância qualquer, sem nenhum envolvimento afetivo ou elo de comunicação posterior. O exemplo típico é o do homem que viaja a trabalho e, longe de casa, sai para uma "night" tentando preencher o tempo e viver uma experiência singular. Ele volta para casa apaixonado por sua mulher/namorada e o fato, a menos que seja revelado, não parece alterar em nada a dinâmica da relação.

Traição corriqueira em série: É aquela que ocorre sistematicamente e que, por não haver envolvimento emocional, muitas vezes nem é considerada por alguns como traição e sim como uma farrinha. Como ocorre com freqüência, dificilmente a parceira demora a descobrir e geralmente, quando isso acontece, há brigas violentas, mas muita dificuldade em optar pela separação.

O ser humano, quando em situação de rejeição real ou imaginária, tende a sofrer um abalo forte na auto-estima e, consequentemente, na capacidade de reações sensatas e adequadas.

A traição corriqueira, normalmente se sustenta na crença, ainda hoje muito disseminada, de que homens são assim mesmo e que desde que respeitem suas famílias e não se apaixonem não há nenhum problema. Outros homens tendem a compartilhar com esse pensamento e meninos já bem novinhos se sentem meio bobões se não se comportam dessa forma com suas namoradas.

Esse tipo de traição não significa necessariamente que o casal esteja vivendo uma crise ou mesmo tendo uma relação esvaziada ou desinteressante. Normalmente faz parte do sistema de crenças do homem médio.

Traição com importante envolvimento emocional: Aí as coisas começam a ficar mais difíceis. Quando um casal, apesar de junto, está vivendo uma relação já muito desgastada ou mesmo desconstruída, pode surgir forte envolvimento emocional com outro alguém. Se isso acontece, a pessoa pode se ver num dilema entre o amor que agora sente e o casamento ou relação estável que não quer ou teme perder. Normalmente tentam conciliar as duas relações e uma acaba alimentando a outra. O casamento (já desgastado) nunca chega a ficar insuportável porque a pessoa apaixonada está feliz e, portanto, mais tolerante, além evidentemente, existir o sentimento de culpa.

Podem durar anos, décadas e todos conhecemos casos famosos que duraram uma vida inteira. Desenvolve-se vida dupla e quando descoberto gera grande crise pessoal e familiar. Não podemos deixar de mencionar que, muitas vezes, ao invés da vida dupla as pessoas conseguem ser sinceras e assumir de frente a situação.

Traição por baixa auto-estima: Típico de pessoas que precisam estar o tempo todo tendo a sensação de que são atraentes e que podem seduzir quem quiserem a qualquer momento. Essas pessoas pouco pensam no outro, parecem estar mais interessadas em sua sensação de poder pessoal e magnetismo. Muitas vezes escondem um medo horrendo de perder e de serem traídos.

Traição por necessidade do novo: Praticado por pessoas que não conseguem se manter sensibilizados por muito tempo com o mesmo estímulo. Estão sempre buscando situações novas e migrando de relação em relação. São condenados a uma busca incessante e frustrada porque não há nada que com o tempo não se torne conhecido e habitual. Esses homens acabam ficando sozinhos e deprimidos.

Traição como manobra de ponte: Às vezes, as pessoas já infelizes em suas relações não se sentem com coragem de enfrentar o medo de terminar com tudo e constroem paixões que as ajudam a migrar para a separação. Uma vez feito o movimento, a paixão termina. Parece já ter cumprido sua função.

Poderia ficar horas falando sobre o assunto. Na próxima semana vou falar um pouco sobre as características da traição feminina, também muito freqüente.

Acho importante que procuremos sempre fugir das reações esperadas em determinadas situações. A traição tem que ser punida com o fim da relação e ponto final? Será mesmo? Não importa se o amor ainda existe, se a relação é rica e sincera? Parece haver uma máxima de que quem ama não trai. O ser humano é bem mais falho do que isso e, muitas vezes, na longa estrada amorosa há momentos onde crises acontecem e muitas podem ser superadas, trazendo até, em alguns casos, uma reformulação nas bases do casamento com vistas a melhorias visíveis na qualidade de vida a dois e no sentimento de felicidade.

Antes de tomar qualquer decisão, se estiver vivendo essa tão sofrida situação, pense e tente superar o que o padrão necessariamente espera de você. Avalie bem e tente, com calma, ter coragem e discernimento para decidir o que fazer. Em alguns casos, ponderar e superar. Em outros, ter a coragem de abandonar aquilo que traz sempre dor, mesmo que implique em sofrimento grande e enfrentamento de seu maior medo.

 

 

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